sábado, 30 de outubro de 2010

PROGRAMA EDIÇÃO N° 352


1) BAD CHOPPER – REAL BAD TIME
2) AT THE DRIVE-IN – ONE ARMED SCISSOR
3) ANACRÔNICA – ELES ME QUEREM ASSIM
4) BIDÊ OU BALDE – MESMO QUE MUDE
5) CACHORRO GRANDE – LUNÁTICO
6) CLAP YOUR HAND SAY YEAH – OVER AND OVER AGAIN

7) COPACABANA CLUB – JUST DO IT
8) CORAL – IN THE MORNING
9) DIEDRIECH & OS MARLENES – DOS AMORES MAIS VENDIDOS
10) EL MATO A UM POLICIA MOTORIZADO – CHICA RUTERA
11) FOO FIGHTERS – NEXT YEAR
12) BADLY DRAWN BOY – SILENT SIGH
13) TEQUILA BABY – CHOVENDO CORAÇÕES PELA CIDADE

14) T. REX – BANG A BONG
15) THE HIVES – IT WON’T BE LONG
16) VANGUART – COSMONAUTA
17) VOLVER – TÃO PERTO, TÃO CERTO
18) WANDER WILDNER – EU NÃO CONSIGO SER ALEGRE O TEMPO INTEIRO
19) HOLGER – THE AUCTION
20) THE GOSSIP – LOVE LONG DISTANCE

21) INTERPOL – CMERE
22) THE KILLERS – CHANGE YOUR MIND
23) SUPERGUIDIS – ROMANTISMO A BASA DA MODERNIDADE
24) RAUL SEIXAS – OURO DE TOLO
25) PELEBRÓI NÃO SEI – GOODBYE
26) AMY MCDONALD – THIS IS THE LIFE
27) ARCTIC MONKEYS – WHEN THE SUN GOES DOWN
28) R.E.M. – IT'S THE END OF THE WORLD AS WE KNOW IT

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Ronnie Wood sai da sombra dos Rolling Stones em seu 7º CD solo


Por THALES DE MENEZES

Ronnie Wood é um roqueiro das antigas. Tem 63 anos, os últimos 35 com os Rolling Stones. Depois de um tempo em que mais apareceu nas revistas de fofocas com namoradas décadas mais novas do que tocando suas guitarras, ele está de volta com um disco roqueiro... das antigas.

"I Feel Like Playing", seu sétimo solo de estúdio, traz riffs acelerados, tão rasgados quanto a voz esganiçada do ótimo guitarrista e cantor razoável, e convidados especiais da pesada, como Slash (ex-Guns N' Roses) e Flea (Red Hot Chili Peppers).

O álbum serve para mostrar como a passagem do Faces para os Stones, em 1975, sepultou o talento de Wood. Quando Rod Stewart, seu parceiro desde os anos 1960 no Jeff Beck Group, trocou o Faces por sua milionária carreira solo, ele se sentiu perdido e aceitou rapidinho o convite do chapa Keith Richards.

Ser Stone era um sonho, mas o monopólio das composições de Jagger e Richards inibiu Wood, que se limitou a tocar e encher a cara (e o bolso). Jeff Beck, ferino, disse que "Ronnie pegou o melhor emprego do mundo, mas vendeu a alma ao diabo".

Faz sentido. Seu disco solo mais interessante ainda é o primeiro, "I Got My Own Álbum to Do" (1974), antes de virar Stone. O mais recente, "Not for Beginners", de 2002, derrapou no repertório fraco. "I Feel Like Playing" resgata Wood para a nova geração.

Ali tem blues, soul, baladinha, até um pouco de reggae, mas é, na essência, um disco de rock sujo, de banda de boteco. Suas 12 faixas formam uma declaração de fidelidade à estrada do rock.

I FEEL LIKE PLAYING
ARTISTA Ronnie Wood
LANÇAMENTO ST2
QUANTO R$ 26, em média
AVALIAÇÃO bom

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/821952-ronnie-wood-sai-da-sombra-dos-rolling-stones-em-seu-setimo-cd-solo.shtml

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Justin Bieber e a lição do ídolo que mais odiei


Por ANDRÉ FORASTIERI

Jovem, famoso, bonito, rebolativo, desejado pelas garotas de sexta série, odiado por todos os meninos da classe. Justin Bieber? Não, Peter Frampton.

Peter, aos 26 anos, tinha dez anos de carreira quando se tornou o homem mais desejado pelas adolescentes do planeta, e de Piracicaba, meu mundo. Era 1976. Ouvindo hoje, até que as músicas eram bem boas. Seu rostinho pálido, peito peludo e cachinhos dourados eram melhores.

Peter Frampton: uma diva pré-rafaelita com calças boca-de-sino. Frampton Comes Alive, o álbum duplo, era presença obrigatória em todas as festinhas, na hora da lenta. Eu tinha blusa cacharel cor de vinho e camiseta Lighthing Bolt, mas morria de vergonha de tirar as meninas para dançar.

As revistas publicavam fotos de Peter de todo jeito. Paparazzi o seguiam pelo mundo afora. Todas as imagens viravam colagens nos cadernos das menininhas, nas pranchetas, nos armários. Nós nos doíamos de inveja. Bicha com certeza, rosnávamos.

Não sabíamos dos quinze anos de currículo de Frampton, de seus cinco discos com o Humble Pie, de seus créditos em All Things Must Pass, o único álbum de George Harrison que todo mundo deve ter. E quem sabia? Não perdoava também.

Os irmãos mais velhos dos meus amigos - que, aos 15 anos, já nos pareciam velhos vividos e gurus do rock - estavam em outras: rock pauleira, Deep Purple, Kiss; rock progressivo, Genesis, Yes. Isso em casa.

Nas brincadeiras dançantes (!), no clube Coronel Barbosa, a discoteca imperava soberana, e se dava bem quem usasse camisa havaiana e soubesse dançar. John Travolta? Embalos de Sábado à Noite? Só um ano depois.

Frampton não tinha perdão para os machos, e não tinha defeito para as meninas. Estou em você, sussurrava nos ouvidinhos das garotas, você está em mim.

E depois? Logo depois de Peter veio Leif Garrett, ainda mais bonito, zero de talento. Hoje é a vez de Justin Bieber. Entre eles Jon Bon Jovi, Duran Duran, e outros talentosos, que ficaram. E New Kids on The Block, Backstreet Boys, N'Sync, Hanson, Zac Efron, tantos outros.

É normal que os garotos adolescentes gritem revoltados: Justin Bieber é um viadinho e a música dele é uma porcaria! Eu estava lá em 1976. Falava a mesma coisa. Algumas coisas nunca mudam. Ídolos adolescentes, por exemplo, e seu efeito em garotos e garotas.

Entre Frampton e Bieber foram muitos ídolos, uns talentosos, outros não; uns construíram carreiras, outros se foram rapidamente. Mas mesmo estes estão nas memórias das meninas e meninos que os amaram e odiaram.

Para as meninas, eles foram a primeira paixão e o primeiro tesão, amor perfeito e êxtase sem risco, o príncipe encantado, delicado, andrógino, ideal - porque impossível. Para os meninos, tudo que eles não seriam jamais.

E Peter Frampton? Bateu todos os recordes e queimou rápido como uma estrela cadente. Ainda toca por aí, carequinha, a cara do Paulo Coelho, melhor músico que nunca.

Neste 2010, lançou seu 14º disco solo, abriu para o Yes em uma excursão americana, tocou semanas atrás em São Paulo. Vive de glórias passadas - quem não aos 60 anos, ou mesmo aos 40? Mas vive, e manda bem.

Que Justin Bieber possa ter tanto talento e fãs tão devotados quando for coroa e feioso.

Eu? Nunca serei fã de Peter Frampton. Só eu sei o mal que ele me fez aos doze anos. Mas já o perdoei faz tempo. Foi quando ele atirou pela janela os cachinhos, a pose de gatinho, e uma fortuna.

Lição para os jovens, ídolos ou não: o sucesso tem suas regras. Mas chega uma hora na vida que você tem que quebrar todas as regras.

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FONTE:
http://noticias.r7.com/blogs/andre-forastieri/2010/10/28/justin-bieber-e-a-licao-do-idolo-que-mais-odiei/

Renato Russo e a Legião Urbana: uma outra estação


“Será que ninguém vê
O caos em que vivemos?
Os jovens são tão jovens
E fica tudo por isso mesmo
A juventude é rica, a juventude é pobre
A juventude sofre e ninguém parece perceber
Eu tenho um coração
Eu tenho ideais
Eu gosto de cinema
E de coisas naturais
E penso sempre em sexo, oh yeah!”


Ouvir rádio hoje em dia é um horror. Músicas ruins e artistas panacas tomaram conta das paradas das rádios que, apesar de todas dizerem ser melhores que as outras, são praticamente todas iguais. Eu tenho saudade de quando eu era moleque, lá em meados dos anos 80, quando comecei a formar meu gosto musical. Gostava de praticamente tudo, mas principalmente de rock nacional, e foi por esse caminho que eu segui.

Rock na metade da década de 80 era igual sertanejo universitário hoje em dia. Era o som das massas! Tava nas rádios, tava nos programa de TV. Ultraje a Rigor, Capital Inicial, Camisa de Vênus, Engenheiros do Havaii, Ira! estavam entre as minhas bandas preferidas. Época em que eles tocavam com guitarras a mil, sem essa frescura de acústico que acabou ressuscitando todas elas nos anos 2000.

"Todo adulto tem inveja, todo adulto tem inveja
Todo adulto tem inveja dos mais jovens
A juventude está sozinha
Não há ninguém para ajudar
A explicar por que é que o mundo
É este desastre que aí está"


Mas nunca, nem naquela época e nem depois, dei muita bola pra maior banda de rock do Brasil em todos os tempos: a Legião Urbana. Gostava de ouvir, por exemplo, “Angra dos Reis”, tanto que lembro até hoje quando vi o clipe pela primeira vez no programa Globo de Ouro, no domingo a tarde, esperando os Trapalhões começarem. Isso foi há quase 25 anos!!! Mas, resumindo, Legião Urbana não bateu na orelha como as outras bandas. Prova disso é que só tenho cinco eu seis discos deles em casa...

Mas, tenho um respeito imenso pela banda, em especial por Renato Russo. Não só por causa daqueles papos de que ela era sensível, falava a linguagem dos jovens e tudo mais... Respeito ele porque, diferente da maioria dos artistas de hoje e também daquela época, ele nunca esqueceu que antes do Renato Russo existia o Renato Manfredini Júnior, nome verdadeiro do cantor. Ali, havia uma pessoa, com sentimentos, alguém que não jogava a favor da torcida. Não falava pra agradar os outros. Pelo contrário, ia contra a multidão, fazia valer o que ele pensava...

“Eu não sei, eu não sei
Dizem que eu não sei nada
Dizem que eu não tenho opinião
Me compram, me vendem, me estragam
E é tudo mentira, me deixam na mão
Não me deixam fazer nada
E a culpa é sempre minha, oh yeah!”


Gay, drogado, alcoólatra, depressivo, inteligente e provocador ao extremo. Com um currículo desses, se fosse nos dias de hoje Renato Russo não teria lugar no cenário da música brasileria. Porque hoje tem que ser tudo muito politicamente correto, tudo muito limpinho, a música tem que ser inofensiva e os artistas são proibidos de pensar... Isso é deprimente.

Por isso, a notícia que toda a discografia da Legião Urbana está sendo relançada em vinil e em CD me deixa contente. De repente, a molecada de hoje presta atenção em alguma coisa e percebe que pode existir vida inteligente na música brasileira, que música ajuda a crescer, que música ajuda pensar... Acho que já chega de só cantarolar os sucessos ocos de significados que imperam na música brasileira hoje...

“E meus amigos parecem ter medo
De quem fala o que sentiu
De quem pensa diferente
Nos querem todos iguais
Assim é bem mais fácil nos controlar
E mentir, mentir, mentir
E matar, matar, matar
O que eu tenho de melhor: minha esperança
Que se faça o sacrifício
Que cresçam logo as crianças”(*)


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(*) Letra de “Aloha”, do disco “A Tempestade”, lançado em 1996, dias depois da morte de Renato Russo.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Foo Fighters lançará disco e deve fazer turnê em 2011


Após três anos sem lançar um álbum novo, a banda Foo Fighters anunciou na última segunda-feira que seu novo disco, ainda sem título, está quase pronto, mas não tem data de lançamento. O último álbum da banda é "Echoes, Silence, Patience & Grace", lançado em 2007.

Em entrevista ao programa de Zane Lowe na Radio 1 da BBC, o vocalista Dave Grohl disse que a banda também tem planos de fazer uma turnê no ano que vem.

"Estivemos o mês passado inteiro na minha garagem, gravando de um jeito bem 'old school', sem nada digital", disse Grohl. "Os últimos dois anos e meio foram bem divertidos, mas eu sentia falta de estar no Foo Fighters", disse o músico, que lançou um disco com a banda Them Crooked Vultures.

Grohl contou ainda que a banda já está com dois shows marcados para o dia 2 e 3 de julho em Buckinghamshire, na Inglaterra, mas diz que pensou que seu agente estava louco quando sugeriu marcar os dois primeiros shows da banda em anos em um estádio.

"Mas aí pensamos 'por que não?'. Eu já sei como o disco vai soar e mal posso esperar até que as outras pessoas o escutem. Os fãs de Foo Fighters vão surtar, sinceramente, porque é demais", disse Grohl, afirmando em seguida que o disco é o mais pesado da carreira da banda e o único que não tem músicas com violão.

O álbum está sendo produzido por Butch Vig, que também produziu o consagrado álbum "Nevermind", do Nirvana, em que Grohl era baterista. Por falar na banda, Grohl revelou ainda que o álbum tem uma participação especial do ex-baixista do Nirvana, Krist Novoselic.

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/820455-foo-fighters-lancara-disco-e-deve-fazer-turne-em-2011.shtml

Coletânea reúne faixas raras dos primórdios lisérgicos do rock brasileiro


Por MARCUS PRETO

A bateria é quase sempre acelerada. Os vocais variam entre o etéreo e o esganiçado. O som das guitarras é distorcido. As letras, escritas sob puro delírio surrealista.

Primeiro lançamento do selo americano Tropicalia in Furs, a coletânea "Brazilian Guitar Fuzz Bananas" recolhe, em CD simples ou vinil duplo, 16 faixas da fase mais psicodélica do rock nacional.

Raríssimo, o material é uma espécie de elo perdido da nossa história musical. Jamais foi reeditado por aqui. E, ironicamente, volta à tona em edição estrangeira.

As gravações foram feitas entre 1967 e 1976 e editadas originalmente em compactos. Já pelos nomes das bandas selecionadas --Loyce e os Gnomos e Tony e o Som Colorido, por exemplo-- pode-se ter ideia do teor lisérgico do som que faziam.

Os títulos das músicas dão mais pistas: "LSD - Lindo Sonho Delirante", "As Turbinas Estão Ligadas", "Som Imaginário de Jimi Hendrix" etc.

A garimpagem de todo esse material foi feita pelo brasileiro Joel Stone, 38. Paulista, ele se mudou para Nova York há 12 anos e hoje é dono da loja de discos Tropicalia in Furs, no East Village.

Joel conta que passou cerca de 4 anos para conseguir todos esses compactos. Em barganhas, chegou a trocar um único disco por 300 LPs americanos de funk e soul.

"Depois que consegui todos, fiz uma pesquisa sobre cada um e descobri que quase ninguém conhecia o que eu tinha, incluindo colecionadores", diz. "A partir daí, o que eu estava fazendo começou a fazer sentido."

Como não conseguiu localizar todos os envolvidos nas gravações, Joel fez um esquema de "caderneta de poupança", em que reserva direitos autorais dos artistas que não foram encontrados.

LSD

"Lindo sonho delirante, hoje eu quero viajar, yeah, yeah/ Onde está o meu castelo?/ Meu tapete voador?"

Parceira do cantor Fábio e do produtor musical Carlos Imperial, a faixa "Lindo Sonho Delirante" simboliza o que Joel quis reunir no disco.

A música rouba a ideia de "Lucy in the Sky with Diamonds", dos Beatles, em que as iniciais do título resultam no termo LSD, o ácido mais famoso daquela geração.

"O pessoal do rock gostava dos alucinógenos", diz o cantor Tony Bizarro, 62, que está no disco com a faixa "O Carona". "A gente, do soul, preferia um 'baurets' [maconha], só queria fumar unzinho."

"Tomava LSD quem queria se libertar", emenda o roqueiro Serguei (

), 76, intérprete da malucona "Ouriço".

"Hoje em dia, as bandas de rock não estão atendendo nesse sentido. Os beatniks de agora são os emos", diz. "A revolução que a gente fez, da qual sou um dos únicos que restam, era outra coisa."

Músico ligado ao jazz, Célio Balona caiu na bacia dos psicodélicos por acaso. Seu "Tema de Batman" era uma brincadeira para os filhos.

Disse aos meninos que era amigo do personagem dos quadrinhos e, para provar, criou sua própria versão para a música que tocava na série de TV --que soa um tanto lisérgica aos ouvidos adultos.

"Fiz as vozes todas, os arranjos, interpretei o Batman e os marcianos", lembra.

Intérprete de "Cinturão de Fogo", Marisa Rossi, 60, afirma que foi a chegada de Roberto Carlos que modificou a relação dos músicos com a psicodelia. "Quando ele veio com a jovem guarda, a coisa amenizou. Era bom menino e não queria falar de drogas."

BRAZILIAN GUITAR FUZZ BANANAS
ARTISTA vários
LANÇAMENTO Tropicalia in Furs
QUANTO US$ 18,98 + taxas na loja virtual Amazon

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/820102-coletanea-reune-faixas-raras-dos-primordios-lisergicos-do-rock-brasileiro.shtml

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Keith Richards é cortado do elenco de Piratas do Caribe 4


Quando a quarta edição de "Piratas do Caribe: No Stranger Tides" for lançada, em maio de 2011, ficará faltando uma participação especial muito notável: o guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards.

Segundo fontes ouvidas pelo "Daily Mail", o alto comando da Disney se incomodou com o recém-lançado livro de memórias do músico, "Life", um livro que narra os episódios de Richards com drogas e sua briga com o vocalista dos Stones, Mick Jagger. Richards interpretou o Capitão Teague, pai do capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) no último filme da franquia, "Piratas do Caribe - No Fim do Mundo" (2007).

Nas páginas do livro, Keith fala sobre o vício e argumenta que, usadas com moderação, as drogas fazem bem à saúde, além de explicar de uma forma segura como se drogar. O músico também diz que atribuiu a sua sobrevivência às drogas pela maneira como ele consumia, em quantidades moderadas.

Ele diz na obra: "Não é só a alta qualidade das drogas que eu tinha que eu atribuo a minha sobrevivência. Eu era muito meticuloso sobre o quanto eu usava. Eu nunca exagerei para ficar um pouco mais 'louco'. É como a maioria das pessoas se ferra com as drogas".

"Piratas" é dirigido por Rob Marshall e além de Johnny Depp, o filme terá participações de Geoffrey Rush e Penélope Cruz.

O filme tem previsão de lançamento no Brasil para o dia 13 de maio de 2011.

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/819965-keith-richards-e-cortado-do-elenco-de-piratas-do-caribe-4.shtml