quinta-feira, 31 de março de 2011

Slash: 8 motivos para idolatrar o guitarrista


Por JULLIANA BAUER


Nesta primeira semana de abril, Slash desembarca no Brasil para três datas da turnê We’re All Gonna Die (Vivo Rio – RJ, HSBC Brasil – SP e Master Hall – Curitiba, respectivamente nos dias 6, 7 e 8). Junto com os primeiros shows da carreira solo do músico no Brasil, também chegam as edições nacionais (através da gravadora Music Brokers) do CD e do DVD. Aproveitando a ocasião, o Mondo Bacana lista agora oito excelentes motivos para você idolatrar o guitarrista.



NÃO ENTROU PRO POISON POR SER FEIO DEMAIS
Na biografia que lançou em 2007, o guitarrista conta como quase se tornou integrante do Poison mas foi impedido por não ter o visual glam o suficiente. Slash explica que, na verdade, não gostava do Poison, mas fez um teste para a banda porque queria alavancar sua carreira como músico. Depois de sua audição, Bobby Dall, o baixista da banda, questionou as roupas e a falta de maquiagem do guitarrista. Slash viu que não seria aceito e quando estava de saída ainda deu de cara com um homem com os cabelos loiros cheios de laquê e batom cor de rosa. Era C.C DeVille, que estava prestes a ser oficialmente convidado a entrar para a banda.



GANHOU OS MELHORES PAPEIS NOS CLIPES DO GUNS N’ROSES...


Reparem nos vídeos clássicos do grupo. Enquanto Axl Rose posa de galã perturbado, pegando supermodelos e balançando os cabelos ruivos, Slash era o cara que mata a namorada pentelha (em “Don’t Cry”) ou o padrinho que quase estraga o casamento do amigo ao esquecer as alianças (“November Rain”), Mas o melhor papel de Slash em videoclipes é, com certeza, no de “Patience”. Aqui ele ignora uma série de mulheres de moral duvidosa e permanentes horrorosos que tentam chamar sua atenção. Todas perdem a viagem porque o músico prefere dar todo o amor dele para as cobras de estimação.



... MAS AO MESMO TEMPO ODEIA GRAVAR VIDEOCLIPES

O único vídeo do Guns N’Roses que Slash diz gostar é da música “Paradise City”, por mostrar a banda tocando ao vivo. O guitarrista tem um desgosto especial por “November Rain”, que ainda permanece na lista dos videoclipes mais caros de todos os tempos.



QUASE FOI ENTEADO DE DAVID BOWIE


A mãe de Slash, chamada Ola, era uma espécie de estilista e criava roupas para muitos atores e músicos famosos. Um desses artistas era David Bowie, que chegou a namorá-la quando o guitarrista era criança.



TEM VIDA CRIATIVA NA CARREIRA SOLO

Depois de participar de duas bandas (Guns N’Roses e Velvet Revolver), ele lançou no ano passado um disco solo com participação de nomes como Iggy Pop, Ozzy Osbourne e Chris Cornell. Aliás, é para promover esse trabalho que Slash vem ao Brasil em abril. O disco, batizado apenas como Slash, convenceu fãs e críticos. “We’re All Gonna Die”, música em parceria com Iggy Pop é uma das mais interessantes. Aliás este foi o nome dado à turnê que passa agora pelo Brasil.



É VIZINHO DE CHARLIE SHEEN

Não é apenas vizinho, mas também amigo e defensor do estilo de vida do ator. Sobre os recentes incidentes deste com mulheres, drogas e bebida, Slash afirmou que Charlie é o personagem mais rock’n’roll do showbiz atualmente



TEVE AULAS DE GUITARRA COM RON WOOD
Em um programa de rádio, o guitarrista dos Rolling Stones contou que deu algumas dicas importantes a Slash, quando este ainda era adolescente. Os dois são grandes amigos até hoje.



REPRESENTA O LADO SENSATO NA ETERNA BRIGA COM AXL ROSE


Para tentar dar fim à briga que até hoje causa tanta comoção entre os fãs do Guns N’Roses, Slash já tentou até mesmo ir pessoalmente à casa de Axl, mas foi recebido apenas pela assistente do vocalista. Embora seja atacado pelo ex-amigo através da mídia, o guitarrista é sempre muito educado e sutil em suas respostas. Chegou até mesmo a declarar que se Axl lhe pedisse perdão, ele voltaria ao Guns N’Roses. Depois disso, tomou uma patada de Axl, que declarou via Twitter que não tem planos de substituir ninguém da atual formação da banda.

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FONTE:
http://www.mondobacana.com/musica-marco-2011/slash.html

quarta-feira, 30 de março de 2011

Entre o U2 e o Iron Maiden


Por CRISTIANO VITECK

Com atraso, leio hoje o caderno Ilustrada do jornal Folha de S. Paulo de segunda-feira (28). Na mesma página, duas matérias distintas: uma sobre o show do U2 ocorrido na última sexta-feira no Chile e que abriu a turnê sulamericana do grupo, que passa pelo Brasil nos próximos dias; e outra sobre a apresentação do Iron Maiden, sábado passado, em São Paulo.

Não gosto do U2 (apesar de achar “Sunday Bloody Sunday” uma puta música) e tão pouco dou a mínima para o Iron Maiden. Mas, como interessado em assuntos ligados à música pop, volta e meia acompanho o que cada uma das bandas andam fazendo por aí, até para me manter atualizado quando for o caso de fala mal de ambas.

Voltando às matérias do jornal, uma coisa me chamou a atenção. No texto sobre o U2, o jornalista Thales de Menezes afirma que no show do Chile “não era fácil achar alguém com menos de 25 anos na plateia. Em Santiago, U2 é show de tiozão”. Sobre o Iron Maiden, o jornalista André Barcinski constatou que “impressionava a quantidade de adolescentes e até de crianças acompanhadas dos pais no show”.

Curioso isso: o U2, sempre tão elogiado pela crítica e pelo público como o “ó do forobodó” em se tratando de ultramodernidade estética e musical, tendo dificuldades para renovar seu público, enquanto o Iron Maiden vê em sua plateia desde crianças até senhores da terceira idade? E olha que o Iron Maiden é tantas vezes criticado por ser um dos ícones de um dos estilos musicais mais achincalhados e ultrapassados em todos os tempos, o heavy metal.

O fato é que o U2 é a banda menos rock and roll do planeta. Bono e companhia são bonzinhos demais, defendem causam demais e... são, simplesmente, chatos demais. Não que o Iron Maiden seja o maior espetáculo da Terra. Mas, entre ver Bono discursando sobre a guerra na Líbia no meio de uma apresentação e o mascote Eddie decepando cabeças no palco do Iron Maiden, é claro que a segunda opção é muito mais divertida. Muito mais divertido ainda é ver o vocalista Bruce Dickinson pilotando o avião de turnê do Iron Maiden ao redor do mundo do que Bono Vox cometendo a breguice de dar rodopios sobre a plateia pendurado em um cabo... tal qual um Tarzan agarrado num cipó atrás de uma penca de bananas.

Com tamanha maletice, dá pra entender porque tá mais fácil pra molecada preferir o show do Iron Maiden ao do U2... Posar de moderno não basta. É preciso saber entreter... E não estou falando do tipo de “entretenimento” que Bono Vox, o casto, estava praticando com as duas moiçolas aí da foto...

terça-feira, 29 de março de 2011

Álbum inédito de David Bowie vaza na internet


Por DIOGO ANTONIO RODRIGUEZ

Depois de se submeter a uma cirurgia no coração, em 2004, David Bowie entrou em silêncio musical por tempo indeterminado.

Desde "Reality" (2003), o cantor inglês não lança um disco novo. O camaleão do pop está em um retiro que não parece ter fim.

Nesse intervalo, fez algumas aparições dando apoio a seus artistas novatos favoritos (como o Arcade Fire), fazendo duetos com Scarlett Johansson e com o David Gilmour (Pink Floyd).

Na semana passada, porém, a voz de Bowie voltou a soar em um disco inédito.

"Toy" deveria ter sido lançado em 2001, mas problemas com a gravadora Virgin --discordâncias a respeito de royalties e os direitos das faixas-- condenaram o álbum, o 23º do cantor, ao esquecimento e à clandestinidade.

ALTOS PREÇOS

Algumas versões dele circulavam por sites de venda como o eBay, chegando a custar mais de US$ 100 (cerca de R$ 160).

Até que um fã se revoltou e resolveu que o acesso a "Toy" não deveria ser restrito a apenas alguns fãs endinheirados.

Usuário de um obscuro site de compartilhamento de arquivos, Brigstow, como ele se identifica, decidiu colocar uma versão de alta qualidade de graça na rede.

Em entrevista ao site Torrent Freak, Brigstow, que se diz inglês, disse que "depois de ver que algumas pessoas estavam cobrando 55 libras pelo disco" decidiu "distribuí-lo de graça".

NOVAS VERSÕES


Finalmente, Bowie pode ser ouvido em gravações (quase todas) desconhecidas. Produzido por Tony Visconti, "Toy" é uma mistura de faixas antigas com novas.

"Uncle Floyd" e "Afraid", foram lançadas em "Heathen" (2002), o penúltimo lançado por ele, já em seu próprio selo, ISO. As versões que se ouvem no álbum são um pouco diferentes em relação às lançadas oficialmente.

Depois dos desentendimentos com a Virgin, Bowie decidiu controlar seus lançamentos e se aliou à gravadora Columbia.

Dos tempos mais antigos, "Toy" tem "In The Heat of the Morning", de 1968, uma demo de 1971, "Shadow Man", e "Liza Jane", o primeiro single de Bowie, de 1964, quando ainda se autodenominava David Jones and The King Bees.

"Baby Loves That Way", "Shadow Man" e "You've Got a Habit of Leaving" chegaram a ser lançadas como lados B em singles. As outras cinco faixas restantes eram desconhecidas.

Nem Bowie nem a Virgin comentaram o assunto até agora, mas, a julgar pelas reações na internet, o "lançamento" de "Toy" agradou.

Iron Maiden ressuscita o adolescente em nós


Por ANDRÉ BARCINSKI

Fui ao show do Iron Maiden sábado, no Morumbi.

Até meus 16, 17 anos, fui um grande fã dos caras, desses de comprar todos os discos.

Quando anunciaram que o Iron ia tocar no Rock in Rio, em 1985, não acreditei. Não podia ser verdade. Era como se alguém dissesse que várias espaçonaves desceriam na Cinelândia. Só acreditei quando vi os caras acenando na sacada do hotel em Copacabana.

Confesso que parei de ouvir Iron logo depois. Me rendi ao peso de Slayer, Metallica, Voivod, etc.

Tenho de dizer também que prefiro mil vezes as músicas mais curtas e diretas dos primeiros discos às mini-óperas progressivas que eles fizeram depois.

Mas guardei um carinho grande pelo Maiden. É difícil esquecer quem nos alegrou na infância.

Fui ao show empolgado. Logo na entrada, um lembrete de como são divertidos show de metal: na calçada do Morumbi, havia um grupo de seis ou sete fãs do Maiden, todos devidamente uniformizados. Não tinham mais de 16 anos.

Havia também várias jovens com camisetas de “Orientadora”, colocadas ali para dar informações ao público. Nas costas das camisetas das meninas, a frase: “Posso ajudar?”.

Os meninos se aproximaram de uma das orientadoras:

- Você pode me ajudar?

- Claro!

- Mas pode mesmo?

- Posso, claro. O que você precisa?

- Meu amigo aqui comeu um lanche de calabresa e precisa soltar um barro. Você ajuda ele?

Meu lado Beavis & Butthead vibrou.

Fiquei parado ali uns 15 minutos, vendo os moleques aplicarem a mesma piada numas oito orientadoras. Valeu o ingresso.

Dentro do Morumbi, o clima era de paz total.

Foi lindo ver pais trintões com os filhos de 10, 12 anos, todos curtindo o som.

Ou grupos de amigos quarentões, hoje bancários, executivos ou vendedores, pulando juntos em “Two Minutes to Midnight” e fazendo “air guitar” coletiva, numa celebração proustiana da adolescência perdida. Tem coisas que só o metal faz por você.

Foi um bom show?

Não.

Acho que nem o fã mais obcecado dirá que este show ficou marcado na história. A banda parecia cansada, e Bruce Dickinson mostrou até uma certa irritação. Tudo pareceu protocolar e no piloto automático.

Eles tocaram cinco músicas novas, mas o público só se empolgou mesmo com os hits.

Mesmo assim, foi emocionante ver a reação da galera a “The Number of the Beast” e “Running Free”. Flashback total.

Próxima parada nostálgica?

Motley Crue, claro.

FONTE:
http://andrebarcinski.folha.blog.uol.com.br/

segunda-feira, 28 de março de 2011

Noel Gallagher está gravando primeiro disco solo nos EUA


O ator Russell Brand confirmou neste domingo, em declarações à Agência Efe, que o músico Noel Gallagher, seu amigo íntimo, está gravando em Los Angeles (Califórnia) seu primeiro disco solo.

"Sim, está gravando aqui em Los Angeles, acabo de falar com ele por telefone. Literalmente, desliguei antes de conversar contigo. Vou vê-lo esta noite", disse o intérprete durante uma entrevista por causa da estreia de seu filme "Arthur".

Foi John Franceschi, cantor do grupo You Me at Six, quem divulgou a notícia no último dia 23 no Twitter, onde escreveu: "Posso escutar Noel, do Oasis, tocando suas novas canções do estúdio ao lado. Absolutamente alucinante".

"Ainda não me deixou escutar nada de seu disco, mas acho que todo mundo vai ficar muito, muito surpreso. Acho que agora começa uma parte preciosa na carreira de Noel. Terá uma trajetória solo como a de Neil Young. Acho que será brilhante", assegurou Brand sobre o ex-guitarrista e principal compositor da banda britânica Oasis.

Brand, além disso, explicou que a banda Beady Eye (composta pelos ex-membros do Oasis) fez "um grande trabalho" com seu álbum de estreia, "Different Gear, Still Speeding".

Noel Gallagher abandonou o Oasis em agosto de 2009 devido à péssima relação que mantinha com seu irmão Liam, principal vocalista do grupo, conhecido por clássicos como "Wonderwall" e "Don't Go Away".

sábado, 26 de março de 2011

PROGRAMA EDIÇÃO Nº 372


1) ARCTIC MONKEYS – CRYING LIGHTNING
2) AT THE DRIVE-IN – ONE ARMED SCISSOR
3) CACHORRO GRANDE – DANCE AGORA
4) STROKES – UNDER COVER OF DARKNESS
5) PARAFERNÁLIAS – O CHÁ

6) NIRVANA – SAPPY
7) RAGE AGAINST THE MACHINE – TESTIFY
8) NEVILTON – O PRESSUPOSTO
9) ANACRÔNICA – DEUS E OS LOUCOS
10) TEQUILA BABY – FALA DEMAIS
11) FORGOTTEN BOYS – HOLD ON
12) GORILLAZ – FEEL GOOD INC.
13) ROB ZOMBIE – SUPERBEAST

14) ROLLING STONES – LIKE A ROLLING STONE
15) RED HOT CHILI PEPPERS – BREAKING THE GIRL
16) O LENDÁRIO CHUCROBILLYMAN – CHICKEN FLOW
17) PELEBRÓI NÃO SEI – CÉU SEM COR
18) DISSONANTES – S.O.S.
19) IDENTIDADE – LUCY JONES
20) T. REX – BANG A GONG

21) LEGIÃO URBANA – DEZESSEIS
22) FAICHECLERES – O NOVO TERNO VELHO
23) LEMONHEADS – MRS. ROBINSON
24) INTERPOL – ROLAND
25) VACCINES – POST BREAK UP SEX
26) RATOS DE PORÃO – BURACOS SUBURBANOS
27) RELESPÚBLICA – SOL EM ESTOCOLMO (AO VIVO)
28) PEARL JAM - BETTERMAN

Rolling Stone: revista elege os melhores álbuns dos anos 80


A revista Rolling Stone tem edições em todo o mundo e todas elas sempre trazem listas para eleger melhores bandas, artistas, músicas e álbuns, em diversos períodos da história da música. Estas listas sempre geram discussão entre os leitores, principalmente quando feitas pelos editores.

Desta vez, a edição norte-americana da revista traz uma lista feita por seus próprios leitores com os melhores álbuns lançados na década de 80.

Um dado interessante é a inclusão de "London Calling", clássico álbum do "THE CLASH" que mesmo tendo sido lançado em dezembro de 1979 na Inglaterra, foi lançado em janeiro de 1980 nos Estados Unidos, e por isso está presente na lista. Naquela época, as pessoas não tinham como baixar discos, então só ouviam o LP quando ele chegava às lojas.

Veja quais são os dez melhores álbuns dos anos oitenta segundo os leitores da Rolling Stone norte-americana:

1. U2 – The Joshua Tree (1987)
2. Guns N' Roses – Appetite for Destruction (1987)
3. Michael Jackson – Thriller (1982)
4. Bruce Springsteen – Born in the USA (1984)
5. Prince – Purple Rain (1984)
6. AC/DC – Back in Black (1980)
7. The Smiths – The Queen is Dead (1986)
8. The Clash – London Calling (1979)
9. The Cure – Disintegration (1989)
10. Metallica – Master of Puppets (1986)