quinta-feira, 7 de outubro de 2010

"Processe todo o mundo", recomenda líder do Kiss sobre pirataria


"Seja litigioso. Processe todo o mundo. Leve as casas e os carros deles."

A declaração, sobre pirataria virtual de música, é do baixista Gene Simmons, líder da banda Kiss e empresário (veja o vídeo, em inglês).

Durante palestra no congresso Mipcom, que ocorre entre 4 e 8 de outubro em Cannes (França), Simmons afirmou que a indústria fonográfica está "dormindo ao volante" e que "não tem colhões para processar todos os jovens universitários sardentos que baixam material [pirata]".

Para o músico, o fracasso dos esforços das gravadoras para barrar o download ilegal levou à perda de milhares de empregos. "Não há mais indústria", afirmou.

Simmons foi ao evento para promover o centésimo episódio de seu programa de TV, "Gene Simmons' Family Jewels".

Empresário arguto, o líder do Kiss exaltou a linha de produtos licenciados da banda, que inclui porta-joias, camisinhas, televisores de alta definição e motocicletas.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Festival SWU espera 50 mil pessoas por dia


Por IVAN FINOTTI e MARCUS PRETO

Ninguém pode dizer que o rock e a lama não fazem uma parceria de sucesso. Desde Woodstock, em 1969, a terra molhada tem sido associada a festivais de música, hippies e liberdade.

O que não significa que seja agradável assistir a um show com o pé enfiado na lama gelada.

Assim, a organização do SWU Festival, que acontece de sábado a segunda-feira em Itu, está tomando várias providências para tentar minimizar o problema.

"Teve uma preparação do terreno na semana passado e choveu. Foi bom para descobrirmos os pontos críticos. Nas áreas mais complicadas, fizemos um novo esquema de drenagem e o terreno foi repreparado", diz Milkon Chriesler diretor artístico do festival.

A organização encomendou 20 caminhões de cascalho para jogar em cima dos pontos críticos, alguns deles em frente ao palco principal.

O problema é que a meteorologia indica mais chuvas até sexta-feira. Pelo menos nos dias de shows, a previsão é que não vai chover.

Mesmo assim o diretor artístico pensa em apelar para um índio que, segundo relatos, teria poderes para espantar a chuva (leia texto abaixo). "Só para garantir", diz ele, sem brincar.

Para o previsor Eduardo Gonçalves, da Somar Meteorologia, "a previsão ainda é bastante estendida e podem ocorrer alterações. Por enquanto, podemos dizer que a umidade vai continuar alta e dificilmente o solo secará".

A prefeitura de Itu está disponibilizando máquinas e caminhões para emergências. "As estradas de acesso estão em condições normais de uso. Mas se chover, o cascalho não segura não... Vai virar uma lameira", diz o vice-prefeito, Josimar Ribeiro.

AINDA HÁ INGRESSOS
Puxado por bandas como Kings of Leon, Rage Against the Machine, Linkin Park, Queens of the Stone Age, Los Hermanos, Cansei de Ser Sexy e Capital Inicial, o festival espera receber 50 mil pessoas a cada dia do evento.

A programação musical completa soma 74 atrações. Ainda há ingressos a venda.

Seja como for, nas palavras do diretor artístico Chriesler, "esse é um festival, faça chuva ou faça sol".

SWU FESTIVAL
QUANDO sábado, domingo e segunda-feira
ONDE fazenda Maeda, em Itu (a 92 km de São Paulo); acesso pelo km 18 da rodovia SP-075 (ex-Rodovia do Açúcar), sentido Campinas-Sorocaba
QUANTO ingressos avulsos custam entre R$ 210 e R$ 580; para os três dias, de R$ 570 a R$ 1.680
ONDE COMPRAR pelo site www.ingressorapido.com.br, pelo tel. 0/xx/11/4003-1212 ou nos postos de vendas (veja lista no site www.swu.com.br)
CLASSIFICAÇÃO 16 anos (14 anos se acompanhado de responsáveis)


FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/810363-festival-swu-espera-50-mil-pessoas-por-dia.shtml

Superguidis abrirá show do Green Day


Os guris da Superguidis foram confirmados nesta quarta-feira (6/10) como a banda de abertura do show do Green Day em Porto Alegre. Os americanos trazem a turnê 21st Century Breakdown à Capital no próximo dia 13, no Gigantinho (Padre Cacique, 891).

A abertura dos portões está marcada para as 17h, e a Superguidis deve subir ao palco às 20h30min. A apresentação do Green Day está marcada para as 21h30min e deve ter três horas de duração.

Os ingressos já estão à venda a R$ 120 (arquibancada/pista) e R$ 150 (cadeira numerada), com desconto de 10% para titulares do cartão do Clube do Assinante Zero Hora e de 5% para titulares dos cartões Redecard/Mastercard (descontos não cumulativos).

As entradas podem ser adquiridas na bilheteria do Teatro do Bourbon Country (Túlio de Rose, 80), de segunda a sábado, das 14h às 22h, e pela telentrega Ingresso Show, fones (51) 8401-0555 ou 3299-0800, de segunda a sexta, das 9h às 19h.

FONTE:
http://wp.clicrbs.com.br/segundocaderno/2010/10/06/superguidis-abrira-para-o-green-day/?topo=13,1,1,,,13

Após nudez no Rio, Queens of the Stone Age toca no Brasil


Por CAROL NOGUEIRA

No Rock in Rio, em 2001, o baixista do Queens of the Stone Age, Nick Oliveri, subiu ao palco nu. Foi aplaudido, vaiado, preso e, enfim, solto. Mas o episódio marcou a história da banda no país. Lamentável para alguns, rock n' roll para outros.

"As pessoas dançam assim no Carnaval aqui, por que não posso fazer o mesmo?", disse Oliveri em uma entrevista mais tarde.

Um dos atuais guitarristas, Troy Van Leeuwenm, ainda não estava na banda e apenas ouviu falar do episódio. "Disseram que os jornais gostaram tanto que colocaram a foto dele na primeira página. Ele saiu algemado do palco, foi quase um ato sexual".

E teremos supresas desta vez, no show da banda no dia 11, no SWU? "Desse tipo, não. Mas pode ser que a gente se jogue numa panela com água fervendo no palco e depois se ofereça como comida à plateia. Temos um gosto muito bom! Principalmente com tempero brasileiro".

Oliveri foi demitido em 2004, quando o líder da banda, Josh Homme, descobriu que ele agredira a namorada. "A música e a vida são a mesma coisa. Se ele fez uma coisa desse tipo, não o conheço", disse Homme à época.

Van Leeuwenm explica que, no grupo, as pessoas vêm e vão. "A ideia do Queens é algo que evoluiu com o tempo. A banda está melhor sem [Oliveri] em alguns aspectos, mas ainda o respeitamos".

Neste ano, o álbum "Rated R" completa dez anos. Em comemoração, a banda o relançou em versão deluxe e organizou uma turnê especial. "Aquele disco mostrava que não era só uma banda de rock, era uma banda que podia tocar o que quisesse", diz.

Segundo ele, este foi também o último álbum que a banda fez antes de as coisas ficarem diferentes. "Depois que lançamos 'Songs for the Deaf' [2002], crescemos muito, e os fãs ficavam bravos se algo não saía como eles esperavam. Era muita coisa para lidar".

O próximo álbum ainda não foi gravado, mas deve sair em 2011. Homme o descreve como "uma orgia no escuro do deserto". "Essa é uma boa definição", ri Van Leeuwenm. "É basicamente uma orgia, todos nós tocando juntos".

O deserto fica por conta do estúdio de Homme, o Rancho de La Luna, na Califórnia. "É um bom lugar para tocar. No deserto, no escuro, com orgias na nossa cabeça. Podemos fazer um churrasco, tomar uns drinks e talvez fazer música".

O que aconteceu com o sexo, drogas e rock n' roll? "Ah, nós não fazemos isso. Somos bons meninos. Vamos à igreja aos domingos!".

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/810410-apos-nudez-no-rio-queens-of-the-stone-age-toca-no-brasil.shtml

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ingressos para show de Paul McCartney em Porto Alegre: de R$ 140 a R$ 520


Foram anunciados nesta terça-feira os preços dos ingressos para a apresentação de Paul McCartney em Porto Alegre. Segundo a RBS, uma das responsáveis pela vinda do ex-beatle ao Brasil, as entradas vão custar de R$ 140 a R$ 520.

A pré-venda de ingressos terá início nesta quinta-feira (7) às 8h pelo site Ingresso.com e na bilheteria do estádio. Poderão adquirir entradas associados do Internacional e assinantes de jornais do Grupo RBS.

A pré-venda segue até o dia até 10 de outubro ou até atingir o limite de 70% de ocupação dos espaços disponíveis. A venda para o público geral começa no próximo dia 11.

A produção do evento disponibilizou o número 4003 3222 para esclarecer dúvidas.

Segundo a organização, serão colocados cerca de 50 mil ingressos à venda. O pagamento poderá ser feito em dinheiro ou cartão de crédito e débito.

A apresentação em Porto Alegre será realizada em 7 de novembro no estádio Beira Rio. No dia 21, McCartney toca no estádio do Morumbi, em São Paulo.

As informações sobre a venda de ingressos para o show em São Paulo serão anunciadas nesta quarta-feira.

Confira abaixo os valores dos ingressos por setor:

Anel superior, cadeira numerada ímpar: R$ 210
Anel superior, cadeira numerada par: R$ 330
Gramado livre e anel inferior: R$ 220
Cadeira não numerada, anel superior: R$ 140
Gramado premium: R$ 520
Cadeirantes: R$ 140

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/809967-ingressos-para-show-de-paul-mccartney-em-porto-alegre-vao-custar-de-r-140-a-r-520.shtml

Reedição de álbuns solo escancara as mil facetas de John Lennon


Combativo, roqueiro, utópico, transgressivo e também convencional, as mil faces de John Lennon podem ser conferidas na reedição de seus álbuns solos, levados hoje novamente ao público, agora com som remasterizado.

A iniciativa, supervisionada diretamente por sua viúva, Yoko Ono, põe à disposição do público os sete álbuns que Lennon editou entre 1970 - ano da separação dos Beatles - até 1980 - quando foi assassinado-, mais o disco com músicas inéditas publicado quatro anos após sua morte.

Os oito álbuns foram agrupados em uma caixa junto a um CD duplo que apresenta um disco com os singles não incluídos nos LPs e outro com versões inéditas.

O lançamento, às vésperas do 70º aniversário do músico britânico - no próximo sábado -, inclui também outra caixa com quatro discos que agrupam tematicamente as canções de Lennon (as políticas, as roqueiras, as de amor e as filosóficas), além de um novo álbum de grandes sucessos.

É preciso advertir que os discos de Lennon sozinho nunca soaram tão bem e que suas produções foram, em algumas ocasiões, um tanto descuidadas, longe da riqueza sonora de seus trabalhos com os Beatles.

O processo de remasterização dessas gravações não fez milagres, mas as canções ganharam frescor.

Esta reedição mostra um artista poliédrico e irregular, cuja atividade se concentrou nos anos imediatamente posteriores à separação dos Beatles, já que nos últimos cinco anos de sua vida só publicou um disco.

O primeiro álbum deste projeto de remasterização, "John Lennon/Plastic Ono Band" (1970), é também o favorito da crítica.

Inclui canções como "Mother" e "God" - com a célebre frase "não acredito nos Beatles" - que serviram de tratamento a Lennon. Com este disco, o músico britânico enfrentou seus fantasmas e limpou sua alma, em um exercício de valor artístico que continua surpreendendo 40 anos depois.

Mas é o icônico "Imagine" (1971) que permanece entre o grande público como o favorito de todos os trabalhos de Lennon solo. A remasterização deu brilho à empolada produção de Phil Spector, que alcançava momentos memoráveis em "Jealous Guy".

Da utopia pacifista de "Imagine", Lennon passou um ano depois à crítica social em "Some Time in New York City", um disco que se abria com a feminista "Woman is the Nigger of the World" e que incluía canções cantadas por Yoko Ono, coautora da maior parte do álbum.

A nova edição deste álbum inclui um disco gravado ao vivo na época pela Plastic Ono Band, grupo com o qual John e Yoko atuavam ao vivo.

Desde que foi morto a tiros por um fã em Nova York há quase 30 anos, a obra pós-beatle de Lennon ficou repleta de carga emotiva que impediu qualquer julgamento objetivo.

Três décadas mais tarde, a reedição de seus álbuns solo representa uma oportunidade para ouvir a música que há por trás da lenda.

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/809864-reedicao-de-albuns-solo-escancara-as-mil-facetas-de-john-lennon.shtml

Cartas de Janis Joplin revelam lado humano da cantora morta há 40 anos


Abuso de heroína causou a morte prematura de Janis Joplin aos 27
Aos 27 anos, Janis Joplin morreu de overdose no dia 4 de outubro de 1970. A cantora identificou-se desde cedo com a pose rebelde e os ideais da geração beat. Na época da faculdade, que nunca chegou a terminar, começou a cantar blues com alguns amigos.

Criada cantando no coral de sua cidade, no Texas, sempre esteve às voltas com a música. Quando se tornou profissional, tocando em turnês com sua banda, a bebida e as drogas tornaram-se mais importantes do que as drogas.

Suas memórias ficaram registradas nas cartas que enviava à sua irmã, Laura, contando os bastidores de sua turnê, e a vida que levava na estrada. "Com Amor, Janis Joplin", forma com a qual assinava as cartas, é um livro que reúne esse material e faz um retrato da cantora.

Mesmo sendo da família, a autora não poupa Janis e aponta seus erros e acertos como ser humano. Deixa a dor da perda de lado e narra com precisão os acontecimentos que a levaram à overdose de heroína em 1970. A dose injetada estava em estado bruto, sendo muito mais forte e letal.

Michael Joplin, também irmão da cantora, ilustra o livro com fotos da época de colégio, infância em família, o famoso show em Woodstock e outras passagens importantes de sua carreira.

Com Amor, Janis Joplin
Autora: Laura Joplin
Editora: Madras
Páginas: 366
Quanto: R$ 49,90

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/807852-cartas-de-janis-joplin-revelam-lado-humano-da-cantora-morta-ha-40-anos.shtml