sábado, 22 de janeiro de 2011

Strokes lança novo disco dia 22 de março


Até que enfim! Albert Hammond Jr. soltou a notícia que todos nós estávamos esperando. “Angles” é o título do próximo álbum dos Strokes e será lançado dia 22 de março. Uma semana antes sai o primeiro single, “Undercover of Darkness”.

Em entrevista para a Rolling Stone americana, Hammond disse que, daqui pra frente, a intenção da banda é não demorar tanto com os intervalos entre um álbum e outro. “Angles”, por exemplo, sairá cinco anos após o lançamento de “First Impressions of Earth” (janeiro, 2006).
2011 não deixa de ser um ano especial para o grupo, que estourou mundialmente 10 anos atrás, com o já clássico “Is This It”. O quarto álbum de estúdio da banda é uma das principais apostas do ano.

O guitarrista Nick Valensi disse que este é o primeiro trabalho com “democracia direta” de todos da banda. “Nos álbuns anteriores era uma visão geral, todos contribuíam com ideias, mas a gênese das canções estava com o Julian. Este é o primeiro trabalho que nós realmente trabalhamos de forma democrática. Demorou muito porque é um novo modelo pra gente”.

Outras canções mencionadas pelos guitarristas são “Radio Minor Madness”, “Taken for a Fool”, Call me Back”, Life is Simple” e (sério) “Machu Picchu”.

O grupo foi confirmado horas atrás como uma das principais atrações do quente Coachella Festival, na Califórnia. A banda está armando sua turnê mundial e já agendou apresentações em festivais importantes no meio do ano como o Benicassim (Espanha) e o Summer Sonic (Japão).

FONTE:
http://colunistas.ig.com.br/lucioribeiro/2011/01/19/os-novos-angulos-e-a-nova-democracia-dos-strokes/

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Baixe músicas do The Vaccines


Banda que promete em 2011. Pra mim é o que de melhor apareceu nos últimos tempos, ao lado de Darwin Deez.
No link constam o primeiro single "Wreckin'Bar/Blow It Up" e outras faixas ao vivo.
O álbum completo sai em março.
Divirtam-se!

LINK:
http://www.mediafire.com/?xj5zfa844k0cjbl

sábado, 15 de janeiro de 2011

PROGRAMA EDIÇÃO Nº 363


1) BLUR – SONG 2
2) DARWIN DEEZ – CONSTELLATIONS
3) CACHORRO GRANDE – AGORA EU TÔ BEM LOUCO
4) ANACRÔNICA – EM MIM
5) BIDÊ OU BALDE – ME DEIXA DESAFINAR
6) JENNY LEWIS – HANDLE WITH CARE
7) JET – SEVENTEEN
8) STROKES – HART TO EXPLAIN

9) AC/DC – YOU SHOOCK ME ALL NITE LONG
10) RAMONES – LIFE IS A GAS
11) CAMISA DE VÊNUS – EU NÃO MATEI JOANA D’ARC (AO VIVO)
12) CASCAVELLETES – SOB UM CÉU DE BLUES
13) TEQUILA BABY – TIRA O SUTIÃ, TIRA A CALCINHA
14) FAITH NO MORE – A SMALL VICTORY

15) QUEENS OF THE STONE AGE – NO ONE KNOWS
16) AUDIOSLAVE – BE YOURSELF
17) RELESPÚBLICA – CATAVENTO
18) SABONETES – HOTEL
19) TITÃS – QUALQUER NEGÓCIO
20) THE ANIMALS – HOUSE OF THE RISING SUN

21) THE VACCINES – POST BREAK UP SEX (AO VIVO)
22) ARCTIC MONEYS – FLUORESCENT ADOLESCENT
23) DISSONANTES – NO SEU LUGAR
24) PATO FU – SONÍFERA ILHA
25) MOPTOP – O ROCK ACABOU
26) SUPERGRASS – BAD BLOOD
27) BUILT TO SPILL – ELSE
28) R.E.M. – BAD DAY

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Matanza lança novo disco em março


Após quase 6 anos de espera, a banda Matanza anuncia o nome do seu novo álbum: "Odiosa natureza humana".

A banda também anunciou a data do show de lançamento, que vai acontecer dia 19 de março, no Kazebre.

Arctic Monkeys vai lançar álbum no final do ano


Arctic Monkeys vai lançar álbum produzido por James Ford no final do ano
A banda Arctic Monkeys anunciou nesta terça-feira que espera lançar seu novo álbum, produzido por James Ford, no final do ano. As informações são do site da revista "NME".

Os músicos começaram a gravar o álbum em no final do ano passado, em Londres, na Inglaterra, e continuaram as gravações em Los Angeles, nos Estados Unidos.

O novo disco será o sucessor do aclamado "Humbug", que foi lançado em 2009 e que teve produção de Ford e Josh Homme.

Ele também produziu o segundo álbum da banda, "Favourite Worst Nightmare", "Myths Of The Near Future", dos Klaxons, e "Lungs", de Florence And The Machine.

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/859017-arctic-monkeys-vai-lancar-album-produzido-por-james-ford-no-final-do-ano.shtml

sábado, 8 de janeiro de 2011

PROGRAMA EDIÇÃO Nº 362


1) TRAVIS – HAPPY
2) VAMPIRE WEEKEND – COUSINS
3) BIDÊ OU BALDE – ME DEIXA DESAFINAR
4) ACÚSTICOS & VALVULADOS – BUBBLEGUM (ACÚSTICO)
5) MATANZA – ELA ROUBOU MEU CAMINHÃO
6) BORDERLINERZ – EVERYBODY IS LYING
7) AMY WINEHOUSE – YOU KNOW I’M NO GODD

8) WANDER WILDNER – RODANDO EL MUNDO
9) NEVILTON – VITORIOSO ADORMECIDO
10) KAISER CHIEFS – NEVER MISS A BEAT
11) QUEEN – I WANT TO BREAK FREE
12) DARWIN DEEZ – CONSTELLATIONS
13) LOBÃO – ME CHAMA (ACÚSTICO)
14) SUPERGUIDIS – AINDA SEM NOME

15) ROLLING STONES - HAPPY
16) CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL – LOOKING OUT MY BACK DOOR
17) HILLBILLY RAWHIDE – O ENXOFRE E A CACHAÇA
18) TNT – NÃO SEI
19) PARAFERNÁLIAS – JOSÉ
20) BAD RELIGION – A WALK
21) GREEN DAY - 86
22) GOSSIP – LOVE AND LET LOVE

23) CANASTRA – CHEVETTE VERMELHO
24) CACHORRO GRANDE – BOM BRASILEIRO
25) GEORGE HARRISON – MY SWEET LORD
26) PEARL JAM – IN HIDING
27) STEREOPHONICS – DAKOTA
28) SABONETES – HOTEL
29) CAMISA DE VÊNUS – RADINHO DE PILHA

Ladies and Gentlemen: The Rolling Stones


Por KID VINIL

Hoje vou comentar dois DVDs essenciais para os fãs dos Rolling Stones, lançados recentemente por aqui pela gravadora ST2. O primeiro deles é esse que leva o título de “Ladies and Gentlemen: The Rolling Stones”. São gravações feitas durante quatro noites no Texas, durante a turnê de lançamento do álbum “Exile on Main Street”, em 1972. O filme original foi exibido nos cinemas durante um período limitado de tempo, em 1974, e depois desapareceu do mercado. Agora, restaurado e remasterizado, reaparece em DVD incluindo um conteúdo extra como um ensaio da banda na Suíça para a turnê e entrevistas com Mick Jagger.

Assistindo ao DVD, dá para notar que o trabalho de restauração foi perfeito. Não espere uma qualidade de imagem perfeita como os blu-rays de hoje, lembre-se que a captação de imagem e áudio foi realizada em 1972 e os recursos eram limitados. Enxergue isso como um documentário de época e, acima de tudo, como uma raridade dos Rolling Stones, que para a sorte dos fãs foi registrada em áudio e vídeo.

É uma pena que, por mais que tenham tentado restaurar o áudio para os sistemas Dolby Digital e DTS, ainda fica difícil de ouvir toda a parafernália de instrumentos extras e convidados que acompanharam os Stones nessa turnê. Quando as câmeras focalizam a sessão de metais liderada pelo saxofonista Bobby Keys pouco se ouve, exceto quando Mick Jagger chama Bobby Keys ao centro do palco para um solo numa das músicas. Outra sonoridade quase imperceptível é o piano de Nicky Hopkins, que ao lado de Ian Stewart foram os dois maiores tecladistas que participaram da carreira dos Rolling Stones. Tirando essas imperfeições de áudio o que resta é uma massa sonora, no bom sentido, das guitarras de Keith Richards e Mick Taylor e a cozinha precisa de Charlie Watts e Bill Wyman.

Quem viu os Rolling Stones ao vivo em Copacabana não imagina a diferença entre as duas apresentações. Tá certo que a energia de Mick Jagger ainda é a mesma, ele sempre foi um performer inquieto. A diferença é que em 1972 os Rolling Stones eram uma banda mais blueseira, graças à guitarra de Mick Taylor, o ex-Bluesbreakers de John Mayall. Confesso que adoro Ron Wood, principalmente em sua fase com o Faces e Rod Stewart, no início dos anos 70, mas sua presença nos Stones é completamente diferente do estilo blues de Mick Taylor. Com a saída de Taylor dos Stones, depois do lançamento do álbum “It´s Only Rock and Roll”, e a entrada de Ron Wood, em 1976, a sonoridade da banda também mudou e as influências da Motown e da soul music ficaram mais presentes no som do grupo a partir de “Black & Blue”.

Nesses shows do Texas em 1972, os Stones mostravam um repertório de seus dois discos essenciais do início dos anos 70, “Exile on Main Street”(1972) e “Sticky Fingers”(1971). O show abre com “Brown Sugar”, “Bitch” e “Dead Flowers”, três clássicos do álbum de 1971. O que se pode constatar é o Rolling Stones no momento mais empolgante de sua carreira. O jovem Mick Jagger explorava seu lado andrógino usando uma maquiagem com detalhes de purpurina e strass nos olhos, macacões colantes com lenços enormes e coloridos na cintura. Uma performance altamente sensual de botar no bolso os requebrados de quadris de Elvis Presley.

Keith Richards tinha o corte de cabelo mais transado daquela época, enquanto o guitarrista Mick Taylor parecia o mais jovem da banda, discretamente maquiado, um garotão prodígio que solava como ninguém sua Gibson Les Paul. A releitura do clássico “Love in Vain”de Robert Johnson reaparece aqui, talvez com menos brilho do que naquela apresentação ao vivo do Madison Square Garden, registrada no álbum “Get Yer Ya-Ya´s Out” de 1970, mas os vocais de Mick é que fazem a diferença nessa gravação.

As músicas do álbum “Exile On Main Street” representam o ponto alto desse show, como “Tumbling Dice”, “Sweet Virginia” (feita de forma acústica nos violões de Keith Richards e Mick Taylor) e “All Down the Line”. Diante de um repertório tão forte, as clássicas “You Can’t Always Get What You Want” e “Midnight Rambler” parecem até meio apagadas. As quatro músicas finais são apoteóticas: “Bye Bye Johnny”, de Chuck Berry, onde o duo de guitarras debulha aqueles riffs grudentos e explosivos do mestre do rock and roll. Em seguida, “Rip This Joint” acende literalmente a chama de “Exile on Main Street”. Para terminar, dois clássicos do início de carreira, “Jumpin’ Jack Flash” e “Street Fighting Man”.

Se você é fã dos Rolling Stones, esse DVD é indispensável, e, para aqueles que ainda não conhecem essa fase áurea da banda em 1972, será uma grata surpresa.

Também recomendável para os fãs mais assíduos dos Rolling Stones – e que pegaram a edição especial do álbum “Exile on Main Street” lançada neste ano – é o documentário “Stones in Exile”, que foi exibido no início do ano pela BBC inglesa e agora vai para o formato DVD, com mais de uma hora de bônus, com cenas não incluídas no documentário para TV.

Trata-se de um making of do álbum “Exile on Main Street” contando a história dos Stones saindo da Inglaterra pra fugirem dos altos impostos e se instalando no porão de uma mansão de Keith Richards na riviera francesa. Essas aventuras são contadas pelos integrantes da banda e pelas pessoas que direta e indiretamente participaram do projeto.

Cenas inéditas do estúdio improvisado em Nellcote retratam o processo de gravação de um dos clássicos da carreira dos Rolling Stones. Pena que essas sessões de gravações não foram registradas em sua totalidade e o que se vê é uma pálida retrospectiva documentada muitas vezes somente por fotos e depoimentos.

LINK:
http://colunistas.yahoo.net/posts/6810.html