sábado, 13 de novembro de 2010

Atração do Rock in Rio, Metallica vai trabalhar em novo álbum em 2011


O baterista do Metallica, Lars Ulrich, anunciou que a banda quer começar a escrever músicas para o sucessor de "Death Magnetic", lançado em 2008, no ano que vem. As informações são da revista "NME".

"Nós não temos escrito desde 2006, 2007 e nós queremos voltar a ser criativos novamente", disse Ulrich. "Atualmente estamos só relaxando, e devemos começar em março ou abril".

Ulrich também disse que uma turnê futura com as bandas Anthrax, Slayer e Megadeth também está nos planos. "A vibração com eles é boa demais para ignorarmos".

A banda toca no Rock in Rio, que acontece entre 23 de setembro e 2 de outubro de 2011, no Rio. A banda fará parte da terceira noite do festival, dedicada ao heavy metal, que tem ainda as bandas brasileiras Sepultura e Angra.

Os ingressos para o Rock in rio começam a ser vendidos no dia 19 de novembro no site oficial do evento.

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/830251-atracao-do-rock-in-rio-metallica-vai-comecar-a-trabalhar-em-novo-album-em-2011.shtml

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Stone Temple Pilots virá ao Brasil em dezembro


A casa de shows paulistana Via Funchal recebe os norte-americanos do Stone Temple Pilots no dia 9 de dezembro. Os ingressos custam entre R$200 (pista) e R$300 (camarote). Rumores dão conta de que a banda também se apresenta no Circo Voador, no Rio de Janeiro, mas a assessoria do local diz que o show ainda não está confirmado.

Em 2008, após anos de hiato, o Stone Temple Pilots, que iniciou sua carreira nos anos 80, voltou para a estrada em uma turnê de reunião e, em maio deste ano lançou o primeiro disco de estúdio em nove anos.

O grupo liderado por Scott Weiland virá para cá depois de realizar três apresentações no México. Ao ir embora do Brasil, ele segue para o Peru e, posteriormente, para a Colômbia. No último mês de setembro, o quarteto adiou diversas datas de apresentações que faria nos Estados Unidos, mas a turnê foi retomada na primeira metade de outubro.

FONTE:
http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/stone-temple-pilots-vira-ao-brasil/

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Belle & Sebastian volta ao Brasil com disco maduro


Por JULIANA ZAMBELO

Ser fã de Belle & Sebastian nos anos 90 era guardar um segredo. A banda lançava seus trabalhos por um selo pequeno, quase não fazia shows e fugia da imprensa. Aos poucos, com o reconhecimento da crítica, veio o aumento do público e as turnês mundiais, mas esta fase também passou.

Hoje, graças a uma pausa de três anos e meio, o "hype" se foi e a banda está de volta a um espaço reservado no qual se sente mais confortável.

Com 14 anos de estrada e sete integrantes, o grupo escocês lançou em outubro seu oitavo álbum, "Write About Love", e embarcou em uma turnê pequena, que passa esta semana por São Paulo e Rio. A sua primeira vinda ao Brasil aconteceu em 2001.

Em entrevista à Folha, o vocalista e principal compositor, Stuart Murdoch, falou sobre a volta aos palcos, o novo trabalho e as lembranças que guarda de sua primeira visita ao Brasil:

Folha: Como tem sido a nova turnê até agora?

Stuart Murdoch - Está ótima, muito divertida. Temos tocado apenas cinco músicas do novo disco até agora, porque cada música nova que você toca ao vivo leva um tempo para encontrar seu lugar.

O repertório dos shows está variando bastante. Como vocês escolhem o set list? É difícil deixar todo mundo feliz?

Não tentamos deixar todo mundo feliz, para ser honesto. Eu só tento me deixar feliz, o que parece um jeito bastante egoísta de fazer as coisas, mas tem sido divertido voltar a fazer shows e tocar as músicas mais antigas.

E como será o repertório no Brasil?

Algumas pessoas do Brasil já entraram no nosso site e mandaram pedidos, que eu não vou contar quais foram, mas vamos tentar tocar alguma coisa de cada disco.

Como foi voltar aos palcos depois de três anos e meio de pausa?

Foi estranho por mais ou menos dez minutos no primeiro show e logo depois parecia que não tínhamos parado.

Vocês passaram pelo Brasil em 2001. Qual sua lembrança mais forte daqui?

No dia seguinte ao show em São Paulo nós tivemos um tempo livre. Nós saímos e acabamos encontrando algumas pessoas que estavam no show no dia anterior e foi interessante conhecer essas pessoas em um dia normal, cuidando de suas vidas.

Vocês mantiveram contato com essas pessoas que conheceram aqui?

Nós nos correspondemos logo depois com algumas delas, mas isso se perdeu com o tempo. Será interessante ver se as mesmas pessoas vão estar no show.

Algumas críticas ao novo disco descrevem este novo trabalho como "maduro". Você considera isso um elogio?

Não li muitas críticas, mas acho perfeitamente ok. Outro dia a gravadora disse que queria nos afastar do rótulo "adulto contemporâneo", mas eu sou um adulto e não acho que tem nada errado em agir de acordo com a minha idade. Eu tenho 42 anos. Alguns aspectos da minha música mudaram, não componho mais da mesma forma e eu não acho que devo pedir desculpas por isso.

Os dois últimos álbuns do grupo brincam mais com estilos, ritmos, enquanto esse é mais homogêneo. Até a capa lembra os primeiros trabalhos. Vocês tomaram essa decisão conscientemente?

Nada em relação ao nosso grupo vem de uma decisão consciente, nós normalmente só seguimos nossos instintos. Dessa vez, nós fizemos o álbum mais rapidamente, escrevemos as músicas em pouco tempo, então eu acho que isso pode ter contribuído para o disco ficar mais homogêneo. Eu também queria que ele fosse honesto em relação a como estávamos nos sentindo na época ao invés de ser sobre diferentes personagens.

Quanto tempo o disco levou para ser gravado?

Escrevemos as músicas em fevereiro e começamos a gravar em abril. Para nós, isso foi rápido. No estúdio foi mais ou menos um mês.

Em seu diário no site oficial da banda você, comentando o vazamento do disco na internet, disse que talvez não passe mais por esse processo de novo. Do que exatamente você está falando?

Tentamos manter o disco em segredo até o lançamento, mas não conseguimos. Podemos tentar isso na próxima vez, mas isso significa que não poderíamos trabalhar novamente com uma gravadora, teríamos que gravar e lançar nós mesmos. É uma possibilidade.

Como você se sente hoje em relação aos seus primeiros trabalhos?

Eu os ouço quando estou tentando lembrar das músicas para tocar ao vivo, mas eu gosto mais de ouvir os mais recentes, a produção é melhor. Eu me sinto feliz por ter feito aqueles discos, sinto como se eles fossem velhos amigos

Quando você começou a banda, havia muitos outros grupos surgindo em Glasgow e existia um intercâmbio grande entre os artistas, mas faz alguns anos que essa movimentação parou. O que aconteceu?

Eu acho que ainda acontece, mas você fica velho, não sai mais tanto. Eu e minha mulher tentamos sair e ver o que está acontecendo com os mais jovens, mas ele estão em outros círculos, tendo experiências diferentes e toda a ação acontece às três da manhã e não estamos lá porque estamos na cama. Mas ainda tem muito movimento, eu sinto.

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/826345-belle--sebastian-volta-ao-brasil-com-disco-maduro-e-planos-de-voltar-a-ser-indie.shtml

McCartney arrisca português e levanta público com Beatles


Por IVAN FINOTTI

Com nove minutos de britânico atraso, Paul McCartney iniciou ontem em Porto Alegre a perna latino-americana de sua Up and Coming Tour. O show começou com a tríade "Venus and Mars"/ "Rock Show"/"Jet", com oito minutos de duração.

Mas o Beira-Rio veio abaixo às 21h17, com os acordes beatlenianos de "All My Loving". A festa sessentista seguiu com "Drive My Car" e "The Long and Winding Road". De seu material solo, tocou ainda "Highway", "Let Me Roll It", "1985" e "Let'em In". E da antiga banda, "I've Just Seen a Face", "And I Love Her" e "Blackbird".

Sem surpresas no repertório, mas com uma qualidade de som e de imagem (em dois enormes telões) pouco vista no Brasil, McCartney caprichou na simpatia, rebolou, acenou, falou português, tirou o paletó roxo, mostrou os suspensórios, trocou baixo por guitarra e dançou a valer.

No português, se estendeu, com a ajuda de um teleprompter instalado no chão: "Esta música é para minha gatinha Linda [sua ex-mulher, já morta]. Mas dedico a todos os namorados aqui". E começou a balada "My Love". Desnecessário dizer a quantidade de suspiros soltos pela plateia enamorada.

EXCLUSIVO

Cerca de 50 mil fãs acompanharam a apresentação, mas apenas 200, que compraram o pacote Emotion a R$ 1.400, puderam assistir à passagem de som, às 16h. Na ocasião, McCartney tocou por uma 1h30, inclusive canções que não fazem parte da lista atual, como "Magical Mistery Tour" e "Comin" Up".

Também executou "I'm Looking Through You", "Yesterday", "Band on the Run" e "Something".

Ao fim do minishow, os portões foram abertos para que os cerca de 48.800 outros fãs entrassem no estádio. Alguns com a roupa do time de futebol Internacional (o dono do estádio), muitos com camisetas da Up and Coming Tour (R$ 30), todos chegavam com uma blusa extra, já aguardando as baixas temperaturas da noite gaúcha.

O show de McCartney estava programado para terminar por volta da meia-noite.

Devido a uma lei municipal que obriga shows internacionais a programarem também uma atração local, os produtores brasileiros haviam acertado uma abertura com Kleiton e Kledir.

A ideia foi descartada pelo produtor inglês do espetáculo. Para não descumprir a lei, os promotores colocaram um DJ gaúcho no palco, ao lado de um saxofonista e de um guitarrista, às 19h30. Foram 25 minutos de show.

FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/827072-mccartney-arrisca-portugues-e-levanta-publico-com-beatles.shtml

Tom Waits relançará seus quatro primeiros discos


Tom Waits anunciou em seu site oficial que irá relançar os quatro primeiros dos 21 álbuns de estúdio de sua carreira. Closing Time (1973), The Heart of Saturday Night (1974), Nighthawks at the Diner (1975) e Small Change (1976) chegarão às lojas no dia 21 de dezembro em uma versão em vinil vermelho 180 gramas.

A arte gráfica original dos discos foi reproduzida e a edição de colecionador é limitada: serão produzidas apenas mil cópias de cada. O site www.tomwaitsstore.com realiza a pré-venda dos trabalhos até o dia 18 de dezembro, para que as encomendas possam ser entregues até o dia 24, a tempo de serem presenteadas no Natal.

Amy Winehouse fará quatro shows no Brasil em janeiro



Depois de meses de negociação, a produtora Mondo confirmou as datas dos quatro shows da inglesa Amy Winehouse no Brasil, em janeiro, em festivais voltados à música soul e R&B.

A cantora do hit "Rehab" abrirá a turnê no país no dia 8, em Florianópolis. Depois, ela segue para o Rio de Janeiro, no dia 11, e Recife, no dia 13. O último show está marcado para o dia 15 de janeiro, em São Paulo.

sábado, 6 de novembro de 2010

PROGRAMA EDIÇÃO Nº 353



1) KINGS OF LEON – RADIOACTIVE
2) TOM WAITS – LOWDOWN
3) SUPERGUIDIS - MALEVOLOSIDADE
4) ULTRAJE A RIGOR – NÓS VAMOS INVADIR SUA PRAIA
5) CASCAVELLETES – JESSICA ROSE
6) THE DRUMS – LET’S GO SURFING

7) PEARL JAM – AMONGST THE WAVES
8) CACHORRO GRANDE – RODA GIGANTE
9) GIOVANNI CARUSO & O ESCAMBAU – PROSTITUTA APAIXONADA
10) LOBÃO – ME CHAMA
11) MGMT – TIME TO PRETEND
12) LUNA – SPEEDBUMPS

13) ROLLING STONES – LOVE IS STRONG
14) GUNS N’ ROSES – I USED TO LOVE HER
15) DISSONANTES – O TAL
16) BIDÊ OU BALDE – TUDO BEM
17) CARTOLAS – MEU BEM E O ASSOVIO
18) STROKES – HARD TO EXPLAIN
19) THE SMITHS – HAND IN GLOVE
20) R.E.M. – NEAR WILD HEAVEN

21) TEQUILA BABY – 51
22) PATO FU – SONÍFERA ILHA
23) PETER BJORN AND JOHN – LET’S CALL IT OFF
24) THE SHINS – GONE FOR GOOD
25) ANACRÔNICA – DEUS E OS LOUCOS
26) PELEBRÓI NÃO SEI – FAZ ISSO POR MIM
27) EL MATO A UM POLICIA MOTORIZADO – EL ULTIMO SERENO